Edição n.34 da Revista Espírito Livre!

O ano de 2012 começa animado para uns e paradão para outros. Enquanto alguns de nós simplesmente não sabe o que são férias, outros conseguem a tão sonhada paz de espírito em um mês quase “morto” em nosso calendário. Mas como assim um mês morto? Simples. A quem diga que o ano realmente só começa depois do nosso amado e odiado Carnaval. E não é pra menos. Vários de nós só faz planos realmente para depois deste feriado. E o que isso tem a ver com tecnologia? Tudo! Afinal, a rede não para, as conexões não param, os servidores não param para uma folga de fim de semana ou feriado prolongado. Pense por um instante: em qual momento os seus processos no servidor estão mais desprotegidos? No momento em que você está com o terminal aberto, monitorando as ações do servidor ou no meio da noite, enquanto muitos de nós dormem e alguns poucos navegam pela estrada da informação? Pense nisso. Ainda tem mais: e quando você dorme com o inimigo, tendo ao lado de sua mesa alguém que pode por em risco toda sua infraestrutura de dados? Mas quem invade um sistema comprometendo-o a ponto de inutilizá-lo é o mesmo que lhe informa, reportando sobre um bug no seu sistema? Você realmente acha que estes indivíduos são todos iguais? Pense de novo, afinal não podemos afirmar que um chaveiro é também um arrombador, como bem esclarece Wilkens Lenon em seu artigo. Alguns veículos de mídia normalmente colocam todos “dentro do mesmo balaio”, como se hackers, crackers, piratas, ativistas, usuários, fossem todos a mesma coisa, o que não é bem verdade. Talvez isso ocorra pra privilegiar alguns poucos ou simplesmente por falta de informação. Mas será mesmo falta de informação quando estamos falando justamente da sociedade da informação (e conhecimento)?

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Edição n.33 da Revista Espírito Livre!

Mais um ano termina. Desejos e expectativas nos movem em direção a novo ano. O ano de 2012 surge em meio a tempos nebulosos para certos assuntos ligados a tecnologia e software livre. Para muitos outros 2012 promete. Mas o que exatamente ele promete? Será que será o “Ano do GNU/Linux no desktop”? Para muitos, o ano do GNU/Linux no desktop já veio e já se foi. Afinal para muitos ele já ocupa lugar privilegiado no desktop. Outros esperam que ele fique ainda nais fácil e intuitivo. Cada um a seu tempo.

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Edição n.32 da Revista Espírito Livre!

Maturidade. Esta palavra nos diz muito, ainda mais quando associada a algo que faz parte do dia a dia de muitos de nós: o software livre e considerando o tema de capa desta edição, o kernel Linux. Neste ano, o Linux completa 20 anos de existência e muitos ainda acreditam que ele não está maduro ou pronto para fazer frente aos outros sistemas operacionais que encontramos no mercado atualmente. A liberdade do software livre nos permitiu chegar até onde o kernel Linux chegou e é justamente esta liberdade que fazem muitos sonharem com muito mais. Que caminhos que este já adulto, sistema operacional, irá trilhar, ainda é desconhecido, e talvez seja até melhor assim.

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Edição n.31 da Revista Espírito Livre!

Robôs. Eles sempre fascinam a maior parte de nós, humanos. E a construção destes seres não pensantes (será?!) nos dá o gostinho de brincar de Deus, o que para muitos pode ser o princípio do fim e para outros apenas evolução e ciência. Na maioria dos filmes de ficção científica, o cenário pintado pelos autores e escritos não é dos melhores, nos apresentando um futuro dominado pelas máquinas e consequentemente por robôs. Quer seja em “Matrix”, “Eu, robô” ou qualquer outra obra do cinema simulando um cenário evoluído, ou ainda no próprio “mundo real”, é realmente difícil pensar num cotidiano sem os ditos “frios”. Mas retornando ao presente e a realidade” , essas máquinas nos possibilitam iversas iniciativas em pról da modernização de processos, otimização e automatização, e que ejá stão mais próximas do que a gente imagina. Várias delas fazem uso regular de tecnologias abertas e software livre, o que aé inda melhor. Dominar a tecnologia que temos em nossas mãos e realmente saber “o que tem dentro” é uma sensação que aqueles que se utilizam do software livre e tecnologias abertas pode mse orgulahr de ter. Projetos como o Robótica Livre e tantos outros apresentam soluções para aprendizagem de novos conceitos, possibilidades de aprimoramento em várias tecnologias, assim como o Arduino possibilita que seus usuários tenham a sua disposição uma plataforma livre para produção de muitos projetos interessantes e promissores.

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Edição n.30 da Revista Espírito Livre!

Certificação na área de TI é um tema que divide opiniões. Muitos pensam que sem ela, o profissional não é especialista em algo que ele diz ser. Outros pensam que sem ela, o indivíduo nem profissional é. Existem ainda aqueles que pensam exatamente o oposto: que a certificação é algo que agrega valor ao profissional, e não o transforma em um. Neste cenário, a certificação acrescentaria ao profissional, conhecimento que ele, de alguma forma, já tem. Seria um item agregador, certificador, e não criador de conhecimento. Seja como for, a certificação é, e até onde consigo enxergar, será, motivo de divisão de opiniões, por se tratar de algo que é mantido, pelo menos em tese, pelo mercado, por empresas e/ou instituições. Isto faz com que muitos simplesmente torçam o nariz quando tem que pensar em buscar um documento que ateste a sua competência em algo. Muitos preferem o campo acadêmico, buscando o bacharelado, especializações, mestrado e doutorado. Entendo que cada uma das duas opções, a certificação ou uma especialização/MBA, são uma escolha do usuário, e também do mercado. Vai depender basicamente do que o indivídio deseja alcançar.

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Edição n.29 da Revista Espírito Livre!

Redes, servidores… sem eles possivelmente nem você e nem eu estaríamos aqui, navegando. Toda a nossa sociedade está pautada em redes. A própria Internet é uma imensa rede global. E para que tais emaranhados funcionem da forma como deveriam, muitos elementos são necessários. Para o usuário leigo, palavras como tráfego, colisão, sniffer, ping e muitas outras não significam nada. Isto porque o que importa é o que está diante da tela, possivelmente aberto no navegador. Mas para que as páginas da web sejam acessíveis, existe muito tráfego, um transito frenético de pacotes, para lá e para cá. Existem diversos documentários sobre isso. Recomendados inclusive.

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