Skype Portable Multilingual (5.1.0.10)
Ao contrário de muitos mensageiros que prezam apenas por conversas em texto, o Skype agrega a essa proposta chamadas em áudio com extrema qualidade de som.
Ao contrário de muitos mensageiros que prezam apenas por conversas em texto, o Skype agrega a essa proposta chamadas em áudio com extrema qualidade de som.
PhotoShop CS5
Este manual destina-se a enriquecer a sua experiência ao trabalhar com o Adobe Photoshop CS5 e a inspirá-lo a fazer mais do que imaginava ser possível. Cada capítulo apresenta a área de local de trabalho de cada parte deste fantástico software e fornece dicas e técnicas que podem ajuda-lo, independentemente do seu nível de habilidade.
Mês de julho. Férias, descanso, sombra e água fresca, ah… privilégio para poucos. Nós da Revista Espírito Livre continuamos na batalha e trazemos a edição que apresenta em sua capa, a suíte de escritório líder nos computadores com GNU/Linux. As principais distribuições GNU/Linux já o assumiram como substituto do OpenOffice, recentemente doado pela Oracle para a Fundação Apache. Sendo assim, enquanto uma nova versão do Apache OpenOffice não é liberada, o LibreOffice continua seu caminho como sendo a escolha de uma maioria que busca uma suíte de escritório completa, bem como a minha escolha pessoal. É claro que não existem outras soluções para escritório, entretanto os demais ainda tem um longo caminho a trilhar.
Ainda recuperando do tombo do mês passado, cá estamos novamente. A edição deste mês apresenta um tema que por muitos é considerado polêmico por justamente ir contra a alguns conceitos enraizados em nossa sociedade, de que só é possível aprender diante de um professor e se transpormos essa ideia para o universo real significaria dizer que a educação, de um modo geral, só se dá através de alguém sentado, frente a um professor, real e físico. Mas o tutor a distância e o professor que estão a distância não são físicos e reais? E as aptidões? Eles as têm? E se não as têm como verificar estando a distância? Os alunos aprendem, ou fingem aprender só para alcançar a tão sonhada “nota”? Ele vai “colar”, já que o professor “não está vendo”? Como avaliar, medir e constatar se houve absorção e troca de conhecimento? As dúvidas e questionamentos continuam, já que a EAD, apesar de não ser tão nova assim (desde o século XIX já se praticavam metodologias neste sentido). O ensino por correspondência, tele-aula, vídeo-aula, manuais, ensino pelo rádio, e tantos outros métodos já foram utilizados (e em alguns lugares ainda continuam sendo), mas com a ressalva de que agora a tecnologia envolveu-os de novas possibilidades, além de diminuir os custos e as distâncias. O EAD proporciona, mesmo a distância, o que nem sempre conseguimos compreender presencialmente: a soma de nossas experiências pode resultar em uma terceira experiência, e o meio digital é propício para isso, dada a quantidade de novos recursos disponíveis, dentro e fora dos ambientes de estudo.